Neymar, Messi e mais: Copa 2026 pode ser a última

Neymar deve disputar sua última Copa do Mundo. Foto: Pedro Vilela/Getty Images
© Getty ImagesNeymar deve disputar sua última Copa do Mundo. Foto: Pedro Vilela/Getty Images

A Copa do Mundo de 2026 pode representar o último grande palco internacional para uma geração de jogadores que marcou época no futebol mundial. Após anos de protagonismo em clubes e seleções, diversos veteranos se aproximam da reta final de suas carreiras e encaram o torneio nos Estados Unidos, Canadá e México como uma oportunidade derradeira de ampliar seus legados.

Entre os nomes mais emblemáticos estão Neymar, Cristiano Ronaldo e Lionel Messi. Os três foram referências do futebol nas últimas duas décadas, conquistaram títulos importantes e acumularam recordes históricos. Agora, já em fase mais avançada da carreira, chegam à competição cercados pela expectativa de disputar sua despedida em Mundiais.

Além deles, outros atletas experientes seguem em atividade e ainda sonham com uma convocação para 2026. Alguns mantêm papel de destaque em suas seleções, enquanto outros lutam para preservar espaço diante da renovação das equipes. Em comum, todos carregam a experiência de quem já viveu grandes momentos em Copas do Mundo e busca encerrar esse capítulo da melhor forma possível.

1) Cristiano Ronaldo (Portugal)

Cristiano Ronaldo. Foto: Carlos Rodrigues/Getty Images

Cristiano Ronaldo. Foto: Carlos Rodrigues/Getty Images

Aos 41 anos, Cristiano Ronaldo segue desafiando os limites da longevidade no futebol de alto rendimento. Dono de uma das carreiras mais vitoriosas da história do esporte, o atacante chega à Copa do Mundo de 2026 com a ambição de conquistar o único grande título que ainda falta em sua coleção: o Mundial de seleções. Mesmo em uma fase avançada da carreira, o camisa 7 continua sendo uma referência técnica e física, sustentado por uma disciplina que lhe permitiu permanecer competitivo por mais de duas décadas.

O torneio também marcará a sexta participação consecutiva de Cristiano em Copas do Mundo, um feito inédito para um jogador português. Além da busca pelo sonhado título mundial, ele tentará ampliar recordes individuais e seguir sua trajetória rumo à marca de mil gols na carreira. Líder absoluto de uma das gerações mais vencedoras da história de Portugal, Ronaldo chega mais uma vez como símbolo de ambição e inspiração para uma seleção que sonha em alcançar o topo do futebol mundial.

2) Lionel Messi (Argentina)

Lionel Messi. Foto: Marcelo Endelli/Getty Images

Lionel Messi. Foto: Marcelo Endelli/Getty Images

Depois de conquistar a Copa do Mundo de 2022 e encerrar a principal lacuna de sua carreira, Lionel Messi chega ao torneio de 2026 em uma situação completamente diferente daquela que viveu nos Mundiais anteriores. Aos 38 anos, o craque argentino já alcançou o status de lenda absoluta do esporte e disputa a competição sem o peso das cobranças que o acompanharam durante tantos anos. Para muitos torcedores, esta será a celebração final de uma trajetória histórica com a camisa da Argentina.

Messi também terá a oportunidade de ampliar marcas impressionantes que já o colocam entre os maiores nomes da história das Copas. Atual recordista de partidas disputadas no torneio, ele poderá aumentar ainda mais essa vantagem e alcançar novos feitos estatísticos. Bicampeã mundial e atual detentora do título, a Argentina deposita novamente sua confiança no camisa 10, que busca encerrar sua participação em Mundiais deixando mais um capítulo memorável para sua coleção de conquistas.

3) Neymar (Brasil)

Neymar. Foto: Mariana Bazo/Getty Images

Neymar. Foto: Mariana Bazo/Getty Images

Neymar chega à Copa do Mundo de 2026 carregando uma das maiores responsabilidades entre os veteranos do torneio. Principal nome técnico do Brasil ao longo da última década, o atacante encara a competição como sua última oportunidade de conduzir a Seleção ao tão sonhado hexacampeonato. Convocado por Carlo Ancelotti, ele entra no Mundial sabendo que o título pode ser decisivo para consolidar de vez seu legado entre os maiores jogadores da história do futebol brasileiro.

A trajetória recente do camisa 10 foi marcada por lesões e dificuldades físicas que limitaram sua sequência tanto no futebol europeu quanto após seu retorno ao Santos. Ainda assim, sua qualidade técnica permanece indiscutível. Depois de disputar as Copas de 2014, 2018 e 2022, Neymar busca finalmente superar as frustrações acumuladas em Mundiais anteriores e encerrar sua história na competição com a conquista que perseguiu durante toda a carreira.

4) Luka Modrić (Croácia)

Luka Modrić. Foto: Julio Aguilar/Getty Images

Luka Modrić. Foto: Julio Aguilar/Getty Images

Poucos jogadores representam tão bem a palavra longevidade quanto Luka Modrić. Aos 40 anos, o maestro croata segue sendo uma das principais referências do meio-campo mundial graças à sua inteligência tática, qualidade nos passes e capacidade de controlar o ritmo das partidas. Mesmo após encerrar uma longa passagem pelo Real Madrid, ele manteve o alto nível de desempenho e chega ao Mundial preparado para liderar novamente sua seleção.

Modrić foi o principal nome da geração mais vitoriosa da história da Croácia, responsável pelo vice-campeonato em 2018 e pelo terceiro lugar conquistado em 2022. Agora, encara a competição como o provável encerramento de sua trajetória internacional. Com experiência acumulada em grandes decisões e respeito absoluto dos companheiros, o camisa 10 tentará conduzir os croatas a mais uma campanha histórica antes de se despedir definitivamente dos gramados.

5) Guillermo Ochoa (México)

Guillermo Ochoa. Foto: Luiza Moraes/Getty Images

Guillermo Ochoa. Foto: Luiza Moraes/Getty Images

Quando o assunto é Copa do Mundo, poucos nomes são tão associados à competição quanto Guillermo Ochoa. O goleiro mexicano construiu sua reputação justamente pelas atuações memoráveis em Mundiais, frequentemente elevando seu desempenho nos momentos mais decisivos. Aos 41 anos, ele retorna à seleção para disputar mais uma edição do torneio e reforçar sua condição de ídolo nacional.

A participação em 2026 colocará Ochoa em um grupo extremamente seleto de atletas com seis Copas do Mundo disputadas. Convocado após uma reviravolta provocada pela lesão de um concorrente direto, o experiente goleiro terá a oportunidade de ampliar ainda mais seu legado. Para os mexicanos, sua presença simboliza experiência, liderança e a esperança de finalmente ver a seleção ultrapassar as barreiras históricas que tantas vezes impediram campanhas ainda mais marcantes.

6) Manuel Neuer (Alemanha)

Manuel Neuer. Foto: Alexander Hassenstein/Getty Images

Manuel Neuer. Foto: Alexander Hassenstein/Getty Images

Considerado um dos goleiros mais influentes da história do futebol, Manuel Neuer revolucionou a posição ao popularizar o conceito do goleiro-líbero. Sua capacidade de atuar longe da área e participar da construção das jogadas mudou a forma como a função passou a ser interpretada no futebol moderno. Aos 40 anos, ele chega para disputar a quinta Copa do Mundo da carreira, mantendo-se como uma das referências da seleção alemã.

A convocação para 2026 surpreendeu parte dos torcedores após o goleiro anunciar sua aposentadoria da seleção em 2024. Entretanto, um acordo com a comissão técnica resultou em seu retorno ao grupo. Último remanescente da equipe campeã mundial em 2014, Neuer representa a ligação entre gerações e oferece à Alemanha uma dose valiosa de experiência em um momento de reconstrução e busca por protagonismo internacional.

7) Edin Džeko (Bósnia e Herzegovina)

Edin Džeko. Foto: Maja Hitij/Getty Images

Edin Džeko. Foto: Maja Hitij/Getty Images

Edin Džeko continua sendo o principal símbolo do futebol da Bósnia e Herzegovina. Aos 40 anos, o atacante mantém a relevância graças ao seu posicionamento inteligente, capacidade de finalização e liderança dentro de campo. Maior artilheiro e recordista de partidas pela seleção nacional, ele chega ao Mundial de 2026 como referência absoluta de um país que sonha em voltar a surpreender no cenário internacional.

A classificação para a Copa representa um capítulo especial na carreira do centroavante, que retorna ao torneio doze anos depois de sua única participação anterior. Durante as Eliminatórias, Džeko teve papel decisivo ao marcar gols importantes e liderar a campanha bósnia. Agora, busca aproveitar a última oportunidade de deixar sua marca em uma Copa do Mundo e ampliar ainda mais um legado que já o coloca entre os maiores jogadores da história de seu país.

8) Yuto Nagatomo (Japão)

Yuto Nagatomo. Foto: Kenta Harada/Getty Images

Yuto Nagatomo. Foto: Kenta Harada/Getty Images

Yuto Nagatomo é um dos maiores símbolos da evolução do futebol japonês nas últimas décadas. Aos 39 anos, o experiente lateral-esquerdo segue demonstrando profissionalismo e dedicação exemplares, características que o mantiveram em alto nível mesmo após tantos anos de carreira. Atuando pelo FC Tokyo, ele continua sendo uma referência dentro e fora de campo, servindo como inspiração para uma nova geração de jogadores japoneses.

A Copa do Mundo de 2026 marcará a quinta participação consecutiva de Nagatomo em Mundiais, um feito inédito para um atleta do Japão. Após ter sido deixado de lado no ciclo seguinte ao Catar, o defensor superou dúvidas sobre sua capacidade física e reconquistou espaço na seleção. A competição tem tudo para representar a despedida de sua longa trajetória internacional, encerrando uma história construída com regularidade, liderança e enorme identificação com a camisa japonesa.

9) Gatito Fernández (Paraguai)

Gatito Fernández. Foto: Ricardo Moreira/Getty Images

Gatito Fernández. Foto: Ricardo Moreira/Getty Images

Gatito Fernández chega à Copa do Mundo de 2026 como um dos jogadores mais experientes da seleção paraguaia e uma das lideranças do elenco. O goleiro construiu uma trajetória sólida defendendo seu país e finalmente terá a oportunidade de disputar um Mundial após anos de espera. Sua presença transmite segurança a uma equipe que volta ao principal torneio do futebol após um longo período de ausência.

O arqueiro teve papel importante durante a campanha das Eliminatórias, assumindo protagonismo em diversas partidas e contribuindo diretamente para a classificação do Paraguai. Ao atuar em grande parte dos jogos do ciclo e registrar várias partidas sem sofrer gols, Gatito consolidou sua condição de peça fundamental da equipe. Agora, busca coroar sua carreira participando pela primeira vez da maior competição do esporte.

10) Casemiro (Brasil)

Casemiro. Foto: Buda Mendes/Getty Images

Casemiro. Foto: Buda Mendes/Getty Images

Casemiro chega ao Mundial de 2026 como uma das figuras mais experientes do elenco brasileiro. Reconhecido por sua inteligência tática, capacidade de marcação e liderança, o volante continua sendo um dos pilares da Seleção mesmo em uma fase mais madura da carreira. Aos 34 anos, ele mantém a confiança da comissão técnica de Carlo Ancelotti e segue exercendo papel fundamental no equilíbrio da equipe.

Esta será a terceira participação do jogador em Copas do Mundo, depois das campanhas em 2018 e 2022. Em ambas as edições, Casemiro foi um dos destaques brasileiros, especialmente no Catar, quando marcou o gol decisivo contra a Suíça na fase de grupos. Com vasta experiência em grandes competições e um currículo repleto de títulos, o volante encara a competição como a última oportunidade de conquistar o tão desejado título mundial.

11) Kevin De Bruyne (Bélgica)

Kevin De Bruyne. Foto: Geoff Stellfox/Getty Images

Kevin De Bruyne. Foto: Geoff Stellfox/Getty Images

Kevin De Bruyne permanece como o principal cérebro criativo da seleção belga mesmo após o encerramento gradual da chamada “geração de ouro”. Dono de uma visão de jogo privilegiada e de uma capacidade rara para criar oportunidades, o meia continua sendo a principal esperança de uma Bélgica que busca transformar talento em uma campanha histórica dentro de uma Copa do Mundo.

A trajetória do jogador no torneio começou em 2014, ganhou enorme destaque em 2018 e teve um desfecho frustrante em 2022, quando a equipe caiu ainda na fase de grupos. Agora, aos 35 anos, De Bruyne chega ao que pode ser seu último Mundial determinado a liderar uma despedida digna. Sua experiência e qualidade técnica serão fundamentais para uma seleção que tenta encerrar um ciclo com uma grande campanha internacional.

12) James Rodríguez (Colômbia)

James Rodríguez. Foto: Adam Hunger/Getty Images

James Rodríguez. Foto: Adam Hunger/Getty Images

James Rodríguez sempre apresentou sua melhor versão quando vestiu a camisa da Colômbia. O meia de 34 anos segue sendo o principal organizador da equipe e uma das maiores referências técnicas do futebol colombiano. Mesmo após altos e baixos na carreira por clubes, ele continua assumindo protagonismo sempre que representa sua seleção.

O Mundial de 2026 será o terceiro da carreira de James e oferece a oportunidade de ampliar uma trajetória já marcante na competição. O auge aconteceu em 2014, quando terminou como artilheiro do torneio e levou a Colômbia até as quartas de final. Após a ausência do país em 2022, o camisa 10 retorna ao palco mundial disposto a liderar uma nova geração e buscar mais uma campanha histórica para os colombianos.

13) Sadio Mané (Senegal)

Sadio Mané. Foto: Ryan Pierse/Getty Images

Sadio Mané. Foto: Ryan Pierse/Getty Images

Sadio Mané consolidou seu nome como um dos maiores jogadores da história do futebol africano. Aos 34 anos, o atacante continua sendo o principal líder técnico e emocional da seleção senegalesa. Sua velocidade, capacidade de decisão e experiência internacional fazem dele a principal esperança do país em mais uma edição da Copa do Mundo.

O impacto de Mané vai muito além dos números impressionantes que acumula pela seleção. Recordista de gols pelo Senegal e um dos jogadores que mais vestiram a camisa nacional, ele foi protagonista da conquista inédita da Copa Africana de Nações em 2021. Em 2026, chega novamente como o rosto das ambições senegalesas e com o objetivo de ajudar o futebol africano a alcançar resultados ainda mais expressivos no cenário mundial.

14) Virgil van Dijk (Holanda)

Virgil van Dijk. Foto: Rafal Oleksiewicz/Getty Images

Virgil van Dijk. Foto: Rafal Oleksiewicz/Getty Images

Virgil van Dijk se tornou sinônimo de segurança defensiva na seleção holandesa. Dono de uma combinação rara de força física, liderança e leitura de jogo, o zagueiro é o principal responsável por organizar um setor que figura entre os mais sólidos do futebol internacional. Mesmo próximo dos 35 anos, continua atuando em alto nível e sendo peça indispensável para a Holanda.

Embora tenha estreado em Copas do Mundo apenas em 2022, o defensor rapidamente assumiu protagonismo na competição. Capitão da seleção, liderou a equipe até as quartas de final e confirmou sua importância em partidas decisivas. A edição de 2026 pode representar sua despedida dos Mundiais, tornando ainda maior a motivação para buscar a melhor campanha possível com a tradicional Laranja Mecânica.

15) Mohamed Salah (Egito)

Mohamed Salah. Foto: Catherine Ivill/Getty Images

Mohamed Salah. Foto: Catherine Ivill/Getty Images

Mohamed Salah chega à Copa do Mundo de 2026 como o principal responsável pelas esperanças da torcida egípcia. Aos 33 anos, o atacante continua sendo um dos jogadores mais decisivos do futebol mundial e mantém números impressionantes tanto por clubes quanto pela seleção. Sua velocidade, técnica e poder de finalização fazem dele uma ameaça constante para qualquer adversário.

Depois de liderar o retorno do Egito ao Mundial em 2018, Salah agora persegue um objetivo ainda mais ambicioso: conduzir sua seleção pela primeira vez à fase de mata-mata da competição. Com mais de uma centena de partidas e dezenas de gols pela equipe nacional, o craque carrega a responsabilidade de transformar o potencial egípcio em resultados históricos dentro do torneio.

16) Son Heung-min (Coreia do Sul)

Son Heung-min. Foto: Christian Bruna/Getty Images

Son Heung-min. Foto: Christian Bruna/Getty Images

Son Heung-min é o principal nome do futebol sul-coreano e um dos maiores representantes do esporte asiático na atualidade. Capitão da seleção, o atacante se destaca pela versatilidade, velocidade e capacidade de decidir partidas importantes. Sua influência vai além das quatro linhas, servindo como exemplo para uma geração que cresceu acompanhando sua ascensão no futebol europeu.

A Copa do Mundo de 2026 será a quarta da carreira de Son, que realiza um sonho iniciado ainda na infância. Integrante de diferentes gerações da seleção sul-coreana, ele se tornou um dos rostos mais reconhecidos do futebol do país. Com experiência acumulada e grande responsabilidade nas costas, chega ao torneio disposto a liderar a Coreia do Sul em busca de mais uma campanha memorável.

17) N’Golo Kanté (França)

N'Golo Kanté. Foto: Franco Arland/Getty Images

N’Golo Kanté. Foto: Franco Arland/Getty Images

N’Golo Kanté construiu sua carreira sendo um dos meio-campistas mais eficientes do futebol moderno. Conhecido pela impressionante capacidade de recuperação de bolas e pela dedicação incansável durante os jogos, o volante continua sendo uma peça +extremamente valiosa para a seleção francesa. Mesmo aos 35 anos, mantém características que o tornaram referência mundial na posição.

Campeão do mundo em 2018, Kanté foi um dos pilares da conquista francesa na Rússia. A ausência em 2022 devido a uma grave lesão aumentou ainda mais o desejo de retornar ao principal palco do futebol internacional. Agora, em uma seleção renovada, ele oferece experiência, equilíbrio e liderança, atributos que podem ser decisivos em sua provável despedida dos Mundiais.

18) Riyad Mahrez (Argélia)

Riyad Mahrez. Foto: Simone Arveda/Getty Images

Riyad Mahrez. Foto: Simone Arveda/Getty Images

Riyad Mahrez continua sendo o principal talento ofensivo da Argélia e uma das maiores referências da história recente do futebol do país. Aos 35 anos, o atacante mantém a capacidade de desequilibrar partidas com dribles curtos, criatividade e qualidade técnica acima da média. Sua influência permanece enorme tanto dentro quanto fora de campo.

Depois de viver a frustração de ver a Argélia ausente das Copas de 2018 e 2022, Mahrez retorna ao torneio como líder de uma geração que busca recolocar o país entre os protagonistas africanos. Dono de números expressivos pela seleção e próximo de recordes históricos, o camisa 10 encara a competição como uma oportunidade especial para ampliar ainda mais seu legado internacional.

19) Fernando Muslera (Uruguai)

Fernando Muslera. Foto: Justin Setterfield/Getty Images

Fernando Muslera. Foto: Justin Setterfield/Getty Images

Fernando Muslera é um dos goleiros mais importantes da história da seleção uruguaia. Com quase duas décadas de serviços prestados à Celeste, ele construiu uma trajetória marcada por regularidade, liderança e grandes atuações em competições internacionais. Aos 40 anos, segue sendo uma presença respeitada dentro do elenco comandado por Marcelo Bielsa.

A convocação para a Copa do Mundo de 2026 transformou Muslera no primeiro uruguaio a participar de cinco edições do torneio. Titular em três Mundiais e reserva no Catar, ele retorna para oferecer experiência a uma equipe que mistura juventude e tradição. Sua presença simboliza a continuidade de uma geração que ajudou a recolocar o Uruguai entre as principais forças do futebol mundial.

20) Craig Gordon (Escócia)

Craig Gordon. Foto: Stu Forster/Getty Images

Craig Gordon. Foto: Stu Forster/Getty Images

Craig Gordon chega à Copa do Mundo de 2026 como um dos personagens mais marcantes da competição. Aos 43 anos, será o jogador mais velho do torneio e um dos mais veteranos da história dos Mundiais. Sua trajetória impressiona pela longevidade, especialmente em uma posição que exige alto nível físico e concentração constante.

Apesar de acumular mais de duas décadas de dedicação à seleção escocesa, esta será a primeira Copa do Mundo de sua carreira. O goleiro atravessou diferentes gerações e viveu períodos em que a Escócia sequer conseguia se classificar para o torneio. Agora, finalmente terá a oportunidade de disputar o Mundial e encerrar sua história internacional com um capítulo que parecia impossível durante boa parte de sua carreira.

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