
Enquanto a Copa do Mundo acontece de forma simultânea no Canadá, nos Estados Unidos e no México, o Atlético-MG permanece sem entrar em campo por competições oficiais durante a realização do torneio. O próximo compromisso do Galo será no dia 21 de julho (terça-feira), às 19h30, diante do Bahia, na Arena MRV, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro.
Para sonhar com títulos no segundo semestre, o Galo tem a seu favor Victor Hugo, que, contratado no início desta temporada, rapidamente se transformou em uma das peças mais importantes da equipe, mesmo com a mudança no comando técnico.
O meia chegou ao clube durante a passagem de Jorge Sampaoli, mas, após uma sequência de resultados negativos, o treinador foi desligado e deu lugar a Eduardo Domínguez no fim de fevereiro. Em entrevista exclusiva à O TEMPO Sports, o camisa 30 comentou sobre o perfil do atual comandante no relacionamento com os jogadores.
Victor Hugo detalha os treinos durante a Copa do Mundo
“Ele é um cara muito tranquilo. Pelo menos, o que passa para a gente é que é um cara muito tranquilo, brinca em alguns momentos. Mas também é um cara que pega no pé quando tem que pegar, tem muita cobrança”, comentou Victor Hugo, que falou da preparação durante a Copa.
“Os treinamentos da intertemporada têm sido treinamentos com muita cobrança por intensidade, por muita vontade, para todo mundo chegar no limite. É um cara que é mais sereno, mais tranquilo, mas cobra bastante quando tem que cobrar“, contou.
Com Eduardo Domínguez à frente da equipe, Victor Hugo passou a exercer diferentes funções dentro de campo no Atlético-MG. Aos 22 anos, o jogador já foi utilizado como meia pela direita, pela esquerda, segundo volante e também centralizado na função de armador.
Meia fala sobre atuar em múltiplas funções no Galo
“É muito da estratégia do jogo. Eu tento estar sempre preparado para atuar em qualquer função. Mas eu acho que, por ser um jogador que consegue se adaptar a mais de uma função, minha atuação vai muito de jogo a jogo”, comentou o volante, que se diz aberto a atuar da melhor forma possível para ajudar o time.
“Em um jogo, ele vai precisar de mim mais à frente; em outro, mais recuado ou pelo lado. Estou sempre aberto para esse tipo de coisa. É estratégia de cada jogo. Não tem nada específico que ele fale para eu ser esse jogador. É muito mais na semana preparar para um jogo e fazer a função que ele pede“, afirmou.
