
Centro de uma das grandes polêmicas após a classificação de virada da Argentina sobre o Egito, o técnico Hossam Hassan renovou seu contrato com a seleção africana após a eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo.
Nas redes sociais da Federação do Egito, a extensão foi comunicada, junto com a celebração pela melhor campanha da seleção africana dentre os quatro mundiais no qual participou.
Mesmo com o tempo do novo contrato ainda não ter sido divulgado, a extensão deve fazer parte de um projeto da busca para a Copa de 2030, além da renovação do elenco.
Egito é eliminado com polêmicas e reclamações
Até os 34 minutos do segundo tempo, o Egito vencia a Argentina por 2 a 0 e ficava próximo de uma classificação histórica sobre a atual campeão do mundo. Entretanto, com participação de Messi nos dois gols de empate, além de uma cabeçada de Enzo Fernández, o sonho ficou pelo caminho.
Mas antes do apito final, os jogadores e comissão técnica se revoltaram com o árbitro francês François Letexier, seus assistentes e o VAR. Isso porque os egípcios reclamaram de um gol anulado e também pediram pênalti em Salah, no início da jogada do terceiro tento argentino.
Fazendo um sinal de “X”, o técnico Hossam Hassan partiu para cima da arbitragem. Em dado momento, muitos pensaram que poderia ser uma denúncia em relação ao protocolo antirracismo. Entretanto, o próprio treinador não confirmou e a Fifa até agora não se pronunciou sobre o caso.
Celebração e volta após campanha na Copa do Mundo
Vale destacar que o presidente da Federação de Futebol do Egito, Hany Abo Rida, enviou uma queda à Fifa sobre a atuação dos árbitros. Mas em meio às reclamações, a delegação do Egito foi recebida com muita festa por torcedores na volta para o hotel em Atlanta.
Nesta quinta (8), a comissão técnica e os jogadores egípcios devem retornar a Cairo e há expectativa de uma calorosa recepção. Isso porque a seleção volta para casa com sua melhor campanha, já que em 1934, 1990 e 2018 não passou da fase de grupos.
