Ricos, fortes e sem Seleção: o paradoxo do fracasso do Brasil em mais uma Copa

Enquanto a Seleção Brasileira passa vergonha, clubes brasileiros estão cada vez mais ricos. Foto: Photo: Marcelo Machado de Melo Fotoarena/Imago
© IMAGO/FotoarenaEnquanto a Seleção Brasileira passa vergonha, clubes brasileiros estão cada vez mais ricos. Foto: Photo: Marcelo Machado de Melo Fotoarena/Imago

O Brasil decepciona mais uma vez e está fora da Copa do Mundo. Diferentemente das últimas duas edições, a Seleção Brasileira foi eliminada nas oitavas de final, e esta já é uma das piores participações da Amarelinha em mundiais.

Neste artigo, o foco é passar uma reflexão sobre o quanto e como estamos tão longe de competir em pé de igualdade contra qualquer seleção de alto nível. O país está muito longe de uma França, Argentina, Espanha ou até mesmo de Portugal.

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O futebol nacional está cada vez mais rico e destoa financeiramente em relação aos outros países da América do Sul. Até por isso, apenas equipes do nosso país ganham a Libertadores desde a temporada 2019.

Futebol brasileiro cada vez mais rico

É possível afirmar que os clubes brasileiros têm mais chances de ganhar o Mundial do que o Brasil de ser hexa. Ao analisar os embates recentes entre brasileiros e europeus, o PSG só venceu o Flamengo nos pênaltis, o Fluminense chegou à semifinal do Super Mundial, e o Palmeiras foi superado pelo Chelsea por uma margem mínima.

Em contrapartida, o time canarinho não consegue nem ao menos vencer a Noruega, que, se comparada nome por nome, está distante de possuir peças individualmente superiores aos nossos atletas.

Clubes com preferência entre os torcedores

O Brasil está se tornando um país muito mais apegado aos clubes do que à própria equipe nacional, pelo menos na importância entre os torcedores, e isso tende a aumentar a cada fracasso em competições globais.

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