
Mostafa Mohamed Zaki Abdelraouf, mais conhecido como Mostafa Zico, chegou à Copa do Mundo sem grande repercussão internacional, mas mudou esse cenário após a atuação diante da Bélgica.
O atacante defende o Pyramids e construiu toda a carreira no futebol egípcio antes de ganhar espaço na seleção nacional. O apelido que o tornou conhecido tem ligação direta com o Brasil.
Fã declarado de Arthur Antunes Coimbra, o eterno Zico, o egípcio herdou a admiração do pai e adotou o nome pelo qual passou a ser reconhecido no futebol profissional.
Atuação contra a Bélgica coloca atacante em evidência
Mostafa Zico foi um dos jogadores mais participativos do Egito. Além de aparecer bem nas ações ofensivas, o atacante esteve perto de marcar o segundo gol da equipe em um dos lances mais perigosos da partida.
O jogo ajudou a apresentar Zico para torcedores que pouco acompanhavam o futebol egípcio. Torneios desse porte costumam a ser suficiente para transformar atletas pouco conhecidos em personagens observados com mais atenção.
ON – 15 DE JUNHO: Mostafa Zico, nº 11 do Egito, disputa a bola com Maxim De Cuyper, nº 5 da Bélgica, durante a partida do Grupo G da Copa do Mundo. (Photo by Alex Grimm/Getty Images)
Copa pode ampliar o alcance do nome de Mostafa Zico
Embora não existam rumores concretos sobre negociações neste momento, a Copa do Mundo historicamente funciona como uma vitrine no mercado para atletas que atuam fora dos principais centros do futebol europeu.
Cada atuação ganha peso maior quando observada por dirigentes, analistas e departamentos de scout. Com mais jogos pela frente, Mostafa Zico tem a oportunidade de consolidar a boa impressão deixada contra a Bélgica.
Caso mantenha o nível apresentado no empate desta segunda-feira (15), o atacante pode encerrar o torneio com um status bem diferente daquele que tinha antes do Mundial.
