
Rafael Guanaes voltou a conversar com a imprensa nesta segunda-feira (13), no CT 1 do Mirassol, após mais de 40 dias sem conceder entrevistas por causa da paralisação para a Copa do Mundo.
Durante o encontro, o treinador fez um balanço da preparação realizada ao longo da intertemporada e comentou o planejamento da equipe para a sequência da temporada.
Evolução do Mirassol na intertemporada
Na avaliação do técnico, o período de treinamentos foi o mais proveitoso desde que assumiu o clube. Para ele, a pausa permitiu ampliar o tempo de trabalho e consolidar os conceitos considerados essenciais para o time.
“Esse é o maior período que eu tenho para trabalhar o time desde que cheguei ao Mirassol. Aproveitamos muitíssimo bem esse período, não só para colocar os jogadores novos dentro da identidade de jogo e da cultura do clube, mas também para promover o entrosamento com os outros jogadores, com a cidade e com tudo que envolve o Mirassol.”, iniciou o técnico em aspas divulgadas pelo GE.
“Identidade não se negocia. Se quiser mudar a forma de jogar, tem que trocar o treinador. Eu não vou mudar aquilo em que acredito e que construí ao longo de quase 15 anos de carreira. Repertório nós temos. As adaptações acontecem dentro dos aspectos estratégicos, mas aquilo que é inegociável nos aspectos táticos e comportamentais continua sendo inegociável.”, acrescentou.
De olho no mercado da bola
Guanaes também abordou a chegada dos reforços ao elenco e destacou o trabalho desenvolvido para acelerar a adaptação dos novos jogadores ao modelo de jogo do Mirassol.
“Procuramos muito mais qualificar o elenco do que aumentar a quantidade. São jogadores jovens, com qualidade técnica, perna rápida e principalmente um fator que para nós é fundamental: o querer estar aqui, a fome de gostar de trabalhar, de crescer, disputar grandes competições e buscar coisas maiores. O Fernandinho, por exemplo, tem muito a ver com aquilo que a gente busca, pela identificação com o Mirassol e com o torcedor.”, avaliou.
