
A Copa do Mundo era vista nos bastidores do Flamengo como uma grande oportunidade para Jorge Carrascal recuperar valor de mercado e atrair o interesse de clubes europeus. No entanto, o início da participação do meia pela seleção da Colômbia tem seguido um caminho bem diferente do esperado.
Após ficar no banco de reservas durante a vitória sobre o Uzbequistão na estreia, a tendência é que o jogador novamente não apareça entre os titulares diante da República Democrática do Congo. A comissão técnica comandada por Néstor Lorenzo deve manter praticamente a mesma formação que venceu na primeira rodada.
O cenário acaba sendo acompanhado de perto pelo Flamengo. Internamente, a diretoria entende que uma boa Copa poderia abrir portas para negociações importantes já na próxima janela de transferências, especialmente com clubes do futebol europeu.
Copa deixa Carrascal longe do protagonismo
A expectativa inicial era que Carrascal recebesse mais minutos durante a competição. O meia chegou ao torneio cercado por expectativa após ser convocado por uma das seleções mais fortes da América do Sul, mas ainda não conseguiu transformar a oportunidade em protagonismo dentro de campo.
Com James Rodríguez, Luis Díaz, Jhon Arias e Luis Suárez ocupando funções importantes no setor ofensivo, o espaço para mudanças tem sido pequeno. O bom desempenho coletivo da Colômbia também dificulta qualquer alteração significativa na equipe titular.
Carrascal e seu futuro no Flamengo. Foto: IMAGO / NurPhoto
Para um jogador que já vinha convivendo com questionamentos no Flamengo, a falta de minutos em uma vitrine do tamanho da Copa do Mundo acaba pesando diretamente na percepção do mercado internacional.
Flamengo monitora situação para a janela

Nos bastidores, o Flamengo segue avaliando possibilidades para o futuro de Carrascal. A prioridade do clube continua sendo uma eventual negociação para o exterior, evitando fortalecer adversários diretos do futebol brasileiro.
O problema é que a valorização esperada através da Copa ainda não aconteceu. Sem sequência pela Colômbia e distante dos holofotes do torneio, o meia corre o risco de chegar ao fim da competição sem despertar o interesse de equipes que acompanhavam seu desempenho.
Caso a situação não mude nas próximas partidas, o Rubro-Negro pode encontrar um mercado menos aquecido do que imaginava para negociar o jogador. Por isso, cada oportunidade recebida por Carrascal na seleção colombiana passa a ser observada com atenção pela diretoria carioca.
