
Neste sábado (20), Equador e Curaçao enfrentaram pela segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo. A partida foi disputada no Arrowhead Stadium e terminou sem gols.
De olho em Moisés Caicedo
Enquanto os holofotes costumam ficar sobre atacantes decisivos e craques de marketing, toda Copa também aumenta o valor daqueles jogadores que fazem o trabalho invisível dentro de campo.
Mesmo no empate sem gols diante de Curaçao, Moisés Caicedo foi novamente o responsável por controlar o ritmo do meio-campo equatoriano. O volante participou da circulação de bola e assumiu papel de liderança.
Atualmente, Caicedo atua pelo Chelsea, da Inglaterra, após se transformar em uma das maiores compras da história do clube inglês. Aos 24 anos, virou peça central também na seleção equatoriana.
O passe do volante está avaliado atualmente em aproximadamente R$ 640 milhões, valor muito superior à realidade do mercado brasileiro e maior do que alguns elencos completos do Brasileirão.
Moises Caicedo, camisa 23 do Equador, reage durante a partida do Grupo E da Copa do Mundo da FIFA 2026 entre Costa do Marfim e Equador. (Photo by Kevin C. Cox/Getty Images)
O salário do jogador equatoriano impossível para a maioria dos clubes brasileiros. Seus vencimentos na Europa ultrapassam facilmente os maiores salários do futebol nacional.
Mesmo distante financeiramente, torcedores brasileiros transformaram o nome do volante em assunto nas redes sociais, principalmente pela intensidade e capacidade física apresentadas.
Onde ele encaixaria no Brasileirão?
Palmeiras: Seria praticamente o perfil ideal para o modelo de intensidade e pressão exigido por Abel Ferreira. Além da recuperação de bola, daria mais liberdade aos jogadores criativos do meio-campo.
Botafogo: Entraria como peça de equilíbrio entre defesa e ataque, oferecendo força física, cobertura pelos lados e qualidade na construção desde trás.
Internacional: Poderia assumir o papel de motor do meio-campo, aumentando a intensidade da marcação e qualificando a saída de bola em transições rápidas.
