Ancelotti quer troca de passes mais rápida na Seleção Brasileira

Ancelotti manda a real sobre o problema que preocupa na Seleção - (Photo by Megan Briggs/Getty Images)
© Getty ImagesAncelotti manda a real sobre o problema que preocupa na Seleção – (Photo by Megan Briggs/Getty Images)

O comandante da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, demonstrou grande satisfação com o progresso técnico da equipe no decorrer da Copa do Mundo. Ao falar com os jornalistas após o triunfo sobre a Escócia, ele enfatizou a rapidez e a intensidade da melhora coletiva dos jogadores.

Embora celebre o primeiro lugar do grupo e a evolução contra os escoceses, Carlo Ancelotti evita o comodismo. O técnico pontuou que o nível atual ainda não é o estágio final de maturação que o Brasil precisa alcançar para buscar o título da Copa do Mundo.

Qual o problema do Brasil?

O principal diagnóstico de Ancelotti para a sequência da Copa do Mundo é claro: a seleção precisa acelerar a troca de passes. A avaliação do técnico valida o consenso da crônica esportiva, que vê o estilo atual do Brasil como excessivamente cadenciado. Para os analistas, falta ao time a intensidade agressiva que rivais diretos pelo título, como Argentina e França, já imprimem em campo. Vale ressaltar que a informação é do portal Uol Esporte.

Carlo Ancelotti conversa com Neymar no duelo contra Escócia – (Photo by Robert Cianflone/Getty Images)

Carlo Ancelotti conversa com Neymar no duelo contra Escócia – (Photo by Robert Cianflone/Getty Images)

Apesar da cobrança por mais intensidade, Ancelotti preferiu tirar o foco das principais potências do torneio. Quando questionado sobre a distância do futebol brasileiro para o futebol apresentado pelas duas seleções de maior destaque nas rodadas iniciais, o comandante desconversou: “Não vamos enfrentar nem França nem Argentina agora”.

Dessa forma, Ancelotti adota a velha cartilha de que o time deve crescer de forma gradual, especialmente com a chegada da fase decisiva. Ao projetar o futuro da seleção no torneio, o treinador resumiu o espírito que espera do elenco daqui para frente: “Agora é mata-mata e mata-mata é para corações fortes.”

Outro ponto que chamou a atenção na partida em Miami foi o volume de jogo da Escócia no primeiro tempo, que teve mais a posse de bola — algo que, segundo a comissão técnica, não fazia parte da estratégia inicial. Questionado sobre o recuo involuntário da equipe na metade inicial, o assistente técnico Juan foi direto: “Não foi planejado. Foi a dinâmica do jogo.”

Carletto pede para segurar a ansiedade

Diante da enorme expectativa que cerca o país, o treinador foi questionado sobre qual mensagem deixaria se pudesse dar uma preleção para os 210 milhões de brasileiros. A resposta do comandante foi curta e cirúrgica: “Calma.”

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