Ancelotti mantém Lucas Paquetá como peça-chave para ciclo até 2030

Paquetá projetou o próximo jogo da Seleção Brasileira na Copa. Foto: Dan Mullan/Getty Images
© Dan MullanPaquetá projetou o próximo jogo da Seleção Brasileira na Copa. Foto: Dan Mullan/Getty Images

A eliminação da Seleção Brasileira para a Noruega marcou o encerramento do ciclo da Copa do Mundo de 2026 e o início do planejamento para o Mundial de 2030. Entre os jogadores que seguem com prestígio junto a Carlo Ancelotti está Lucas Paquetá, tratado como um dos pilares da próxima geração da equipe.

Internamente, o treinador italiano mantém grande confiança no meia do Flamengo. A versatilidade do jogador é considerada um diferencial importante, já que Paquetá consegue atuar em diferentes funções do meio-campo e também mais avançado, característica muito valorizada pela comissão técnica.

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Neste primeiro momento, Paquetá é o único atleta do elenco rubro-negro que aparece nos planos de longo prazo da Seleção Brasileira visando a próxima Copa do Mundo.

Versatilidade pesa a favor do meia

Carlo Ancelotti entende que Lucas Paquetá oferece diferentes alternativas táticas para a equipe, podendo exercer funções de criação, marcação e chegada ao ataque durante uma mesma partida.

Essa capacidade de adaptação faz com que o treinador veja o camisa rubro-negro como uma peça importante para a reformulação da Seleção após a eliminação no Mundial.

A expectativa é de que o meia continue sendo presença constante nas próximas convocações.

Setembro marcará o início do novo ciclo

Os primeiros compromissos da Seleção Brasileira após a Copa do Mundo acontecerão na Data Fifa de setembro, quando o Brasil disputará dois amistosos contra a Austrália.

A tendência é que Lucas Paquetá esteja entre os convocados de Carlo Ancelotti, iniciando oficialmente o ciclo rumo à Copa do Mundo de 2030 como um dos principais nomes do projeto da comissão técnica.

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