O Palmeiras saiu na frente na decisão do Campeonato Paulista ao vencer o Grêmio Novorizontino por 1 a 0 no jogo de ida da final. O gol da vitória foi marcado por Flaco López, garantindo vantagem para o Verdão no confronto decisivo.
A equipe comandada por Abel Ferreira dominou boa parte da partida. Com 75% de posse de bola e cerca de 450 passes trocados, o Palmeiras controlou o ritmo do jogo e criou as melhores oportunidades.
Na coletiva após a partida, Abel fez uma análise detalhada do confronto e destacou as dificuldades enfrentadas pelo time.
“Primeiro, dizer que são as duas melhores equipes que chegaram à final. Segundo, estavam previstas duas dificuldades: a primeira, o nosso adversário; e a segunda, um dia a menos de recuperação. Essas foram as dificuldades. Eles se organizaram muito bem, mas fomos bem em bloquear. Na bola parada fomos bem”, afirmou.
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Abel Ferreira explica estratégia do Palmeiras
O treinador português também detalhou como enxergou o desempenho da equipe ao longo da partida. Segundo ele, o Palmeiras conseguiu criar boas oportunidades, principalmente na primeira etapa.
“Na primeira parte entramos fortes, fizemos o gol, depois uma bola na trave do Allan, depois um cruzamento do Andreas que o Murilo falha. E depois, na segunda parte, o gol anulado e o lance do Khellven. Depois eles conseguiram nos bloquear. Agora vamos para a casa do nosso adversário. Uma final é sempre difícil”, explicou o técnico.
Durante o confronto, outro momento importante foi a defesa de pênalti do goleiro Carlos Miguel, que evitou o empate do Novorizontino e manteve a vantagem alviverde no placar.
Técnico comenta situação de Vitor Roque
A escalação inicial do Palmeiras chamou atenção da torcida, especialmente pela ausência de Vitor Roque entre os titulares. O atacante acabou ficando no banco e foi visto chorando durante a partida. Abel Ferreira comentou o episódio e relacionou a decisão ao desgaste físico do elenco.
“Viram o Vitor Roque saindo chorando, e portanto a diferença está nos dias de recuperação. É sempre difícil, é chover no molhado, parece desculpa, mas não tem como. É diferente dois ou três dias. Disse isso sempre, e vou dizer se ficar mais cinco ou dez anos. Se não jogou, teve algo para isso”, declarou.
