
Após o amistoso diante do Grêmio, o técnico Artur Jorge comentou sobre a situação do elenco e o planejamento do Cruzeiro para a sequência da temporada, incluindo a busca por novos reforços.
O treinador aproveitou a partida para promover um amplo rodízio, utilizando mais de 20 jogadores e dando oportunidade a atletas que sequer haviam sido relacionados no primeiro teste da intertemporada.
Segundo o português, a estratégia teve como objetivo avaliar todo o grupo disponível antes de definir quais jogadores farão parte de seus planos para os próximos compromissos.
Aspas de Artur Jorge sobre a busca por reforços
“Não estamos de torneira aberta para poder trazer e gastar o que seja. Temos que ver que há uma conexão de encontrar para cada uma das posições a melhor solução custo-benefício para nós podermos lá chegar.”, iniciou.
“O mercado, nesta altura, é aquilo que está a vibrar para todas as equipes. Nós estamos preparados, não de hoje. Nós ganhámos do Defensor e, no dia seguinte, falamos sobre o mercado internamente. Isto é um processo que se faz e tem que se fazer agora com paciência, com calma. Umas vezes vamos conseguir, outras não, porque senão tudo era muito fácil para as equipes, para os treinadores, para nós que era só o dia de pedir. Temos que poder trazer alguém que acrescente valor.“, completou.
Artur Jorge analisa derrota do Cruzeiro em amistoso
Mesmo com o resultado negativo, Artur Jorge avaliou que o Cruzeiro apresentou aspectos positivos durante a partida. Na visão do treinador, a equipe conseguiu criar boas oportunidades ofensivas, mas pecou na hora de transformar as chances em gols e também mostrou fragilidade defensiva, fatores que acabaram sendo decisivos para a derrota.
“Nós produzimos uma eficácia que se pode olhar para aquilo que nós permitimos ao adversário e onde eles concretizaram e uma eficácia sobre aquilo que nós criamos que foi muito mais do que aquilo que permitimos e mesmo assim não conseguimos ter o resultado que queríamos.”, começou.
“Portanto, há aqui uma eficácia menor a defender, maior no momento ofensivo e que determina aquilo que foi criar muitas oportunidades e não fazer o gol e conceder oportunidades ao adversário, e mesmo assim sofrer o gol nessas poucas oportunidades que eles criaram.”, finalizou.
