
A Federação Egípcia de Futebol oficializou a renovação de contrato de Hossam Hassan após a melhor campanha da história da seleção em Copas do Mundo. O novo vínculo ainda não teve duração divulgada, mas a expectativa é que o treinador permaneça no comando da equipe durante todo o ciclo até o Mundial de 2030.
A decisão foi tomada poucos dias após a eliminação diante da Argentina, nas oitavas de final. Mesmo com a derrota por 3 a 2, depois de abrir dois gols de vantagem, o desempenho da seleção foi considerado um marco para o futebol egípcio.
Pela primeira vez em sua história, o Egito conseguiu superar a fase de grupos de uma Copa do Mundo, consolidando uma campanha que mudou o patamar da equipe no cenário internacional.
Continuidade do projeto
A federação entende que a permanência de Hossam Hassan é fundamental para manter a evolução apresentada durante o torneio. O treinador recebeu respaldo da diretoria, que aposta na continuidade do trabalho para fortalecer ainda mais a seleção nos próximos anos.
Ídolo histórico do futebol egípcio, Hassan também possui enorme identificação com a equipe nacional. Como jogador, segue sendo o maior artilheiro da história da seleção, com 69 gols marcados em 176 partidas.
Agora, busca ampliar esse legado também à frente da comissão técnica, conduzindo o Egito rumo a novas conquistas internacionais.
Polêmica marcou despedida
Apesar da campanha histórica, a eliminação deixou um clima de revolta entre os egípcios. Após a derrota para a Argentina, Hossam Hassan criticou duramente a arbitragem e afirmou que a partida foi influenciada por decisões do árbitro francês François Letexier.
Mesmo com a polêmica, a Federação Egípcia preferiu valorizar o desempenho da equipe ao longo do torneio e optou por manter a comissão técnica. A expectativa agora é que Hossam Hassan lidere a renovação da seleção e mantenha o Egito entre os protagonistas do futebol africano no ciclo rumo à Copa do Mundo de 2030.
