Técnico da Bélgica ironiza decisão da Fifa sobre Balogun

SEATTLE, WASHINGTON - JULY 01: Rudi Garcia, Head Coach of Belgium, is seen before the FIFA World Cup 2026 Round Of 32 match between Belgium and Senegal at Seattle Stadium on July 01, 2026 in Seattle, Washington. (Photo by Fran Santiago/Getty Images)
© Getty ImagesSEATTLE, WASHINGTON – JULY 01: Rudi Garcia, Head Coach of Belgium, is seen before the FIFA World Cup 2026 Round Of 32 match between Belgium and Senegal at Seattle Stadium on July 01, 2026 in Seattle, Washington. (Photo by Fran Santiago/Getty Images)

A decisão da Fifa de liberar Folarin Balogun para as oitavas de final da Copa do Mundo continua repercutindo nos bastidores. Neste domingo, o técnico da Bélgica, Rudi Garcia, criticou a reversão da suspensão do atacante dos Estados Unidos, ironizou o episódio ao compará-lo ao 1º de abril e afirmou que o caso representa uma situação inédita na história da entidade.

A polêmica acontece na véspera do confronto entre Estados Unidos e Bélgica, válido pelas oitavas de final da Copa do Mundo. Após a Fifa revogar a suspensão automática de Balogun, expulso na partida contra a Bósnia e Herzegovina, a Associação Real Belga de Futebol (RBFA) divulgou um comunicado questionando a decisão. Durante a entrevista coletiva, Rudi Garcia reforçou o posicionamento da federação.

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Treinador da Bélgica ironizou o episódio

O treinador utilizou um tom irônico para comentar o episódio e afirmou ter ficado surpreso com a medida adotada pela Fifa. “Eu não sabia que o dia 5 de julho aqui equivalia ao 1º de abril na Europa. Foi uma descoberta para mim. Tudo já foi dito no comunicado da Federação Belga de Futebol. Ele defende não apenas o futebol belga, mas todo o mundo do futebol. Acho que esta é a primeira vez na história da FIFA que algo assim acontece”, declarou.

Apesar das críticas, Garcia ressaltou que o foco da Bélgica permanece dentro das quatro linhas. Segundo o treinador, a presença ou ausência de Balogun não altera a preparação da equipe para o duelo decisivo. “Para nós, nada muda. Quem jogar, joga. Quanto ao resto, deixamos a cargo da Federação de Futebol. Obviamente, ficamos um pouco surpresos com isso, já que é véspera da partida. Temos que vencer o jogo em campo. Ele é um bom jogador, mas temos que vencer os EUA, e não apenas o Balogun”, afirmou.

Belgas estão de olhos nos americanos

O goleiro Thibault Courtois, que participou da coletiva ao lado do treinador, adotou discurso semelhante ao do comandante belga. O experiente arqueiro destacou que a equipe está preparada para enfrentar qualquer formação escolhida pelos Estados Unidos e minimizou o impacto da liberação do atacante.

“Estamos preparados para todos os atacantes americanos. Para nós, isso não muda muita coisa. Vamos prontos para os onze americanos que vão começar jogando. E também para os jogadores que entrarão como reservas”, declarou Courtois, reforçando que a concentração da Bélgica está voltada exclusivamente para o desempenho em campo.

Após responder aos questionamentos sobre Balogun, Rudi Garcia procurou encerrar o assunto e direcionar a entrevista para aspectos relacionados ao jogo. “Não percam mais tempo fazendo perguntas sobre isso. Agora, responderemos apenas a perguntas relacionadas aos aspectos esportivos”, finalizou o treinador.

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