Odegaard entra no radar da Seleção Brasileira antes do duelo contra a Noruega

Odegaard - Foto: Lars Baron/Getty Images
© Getty ImagesOdegaard – Foto: Lars Baron/Getty Images

Muito se fala sobre Erling Haaland, artilheiro da Noruega e um dos principais nomes da Copa do Mundo. No entanto, internamente, a comissão técnica da Seleção Brasileira também trata Martin Odegaard como uma das maiores ameaças para o confronto das oitavas de final.

Capitão da Noruega e referência técnica da equipe, o meia vive grande fase e é apontado como o responsável por organizar praticamente todas as ações ofensivas dos europeus. A leitura é que boa parte da força ofensiva norueguesa passa pelos pés do camisa 10. A fase final do torneio mudou as probabilidades, tornando as apostas no vencedor mais interessantes para quem segue os finalistas.

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Nas análises feitas pela comissão técnica, Odegaard é visto como o “maestro” da equipe. Sua capacidade de acelerar o jogo, encontrar espaços e servir Haaland faz dele um jogador que exigirá marcação constante durante toda a partida.

Criador do jogo norueguês

Enquanto Haaland representa a principal referência dentro da área, Odegaard é quem dita o ritmo da Noruega. Atuando mais recuado na construção das jogadas, o meia do Arsenal é responsável por iniciar os ataques e criar as principais oportunidades da equipe.

Na campanha da Copa, o camisa 10 voltou a demonstrar sua importância. Contra a Costa do Marfim, participou diretamente da construção ofensiva e distribuiu assistência, reforçando o excelente momento vivido também no futebol inglês.

A avaliação da Seleção Brasileira é que neutralizar apenas Haaland não será suficiente. Se Odegaard encontrar liberdade para pensar o jogo, a Noruega ganha força e aumenta significativamente seu poder ofensivo.

Ancelotti prepara estratégia

Carlo Ancelotti e sua comissão técnica estudam alternativas para reduzir os espaços do meio-campista durante o confronto. A intenção é impedir que Odegaard consiga acionar Haaland em velocidade e controlar o ritmo da partida.

Assim, o duelo das oitavas promete colocar frente a frente não apenas um dos melhores centroavantes do mundo, mas também um dos meio-campistas mais criativos da atualidade, tratado internamente como uma das grandes preocupações da Seleção Brasileira.

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