Brasil sofreu 75% menos gols que a Noruega na Copa

HOUSTON, TEXAS - JUNE 29: Vinicius Junior #7 of Brazil reacts after a missed chance during the FIFA World Cup 2026 Round Of 32 match between Brazil and Japan at Houston Stadium on June 29, 2026 in Houston, Texas. (Photo by Lars Baron/Getty Images)
© Getty ImagesHOUSTON, TEXAS – JUNE 29: Vinicius Junior #7 of Brazil reacts after a missed chance during the FIFA World Cup 2026 Round Of 32 match between Brazil and Japan at Houston Stadium on June 29, 2026 in Houston, Texas. (Photo by Lars Baron/Getty Images)

Brasil e Noruega voltam a se enfrentar em uma Copa do Mundo quase 30 anos após o último encontro. O confronto pelas oitavas de final coloca frente a frente duas seleções com características ofensivas semelhantes, mas desempenhos bastante distintos no sistema defensivo ao longo do torneio.

Enquanto a equipe comandada por Carlo Ancelotti sofreu apenas dois gols em quatro partidas, a Noruega foi vazada oito vezes, um número 75% superior ao registrado pela Seleção Brasileira.

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Defesa brasileira se destaca na Copa

O sistema defensivo tem sido um dos principais trunfos do Brasil nesta Copa do Mundo. A equipe sofreu apenas dois gols, ambos em finalizações de fora da área, contra Marrocos e Japão.

Já a Noruega apresentou maior vulnerabilidade. A seleção escandinava sofreu gols em todos os jogos disputados até aqui e foi vazada oito vezes, sendo sete delas em finalizações dentro da área.

Além da solidez defensiva, o Brasil também leva vantagem na pressão exercida sobre os adversários. A equipe força, em média, 37 erros por partida, contra 33 da Noruega.

Ataques eficientes, mas com estilos diferentes

Apesar da superioridade defensiva brasileira, os números ofensivos mostram equilíbrio entre as equipes. A Noruega possui média de 2,5 gols por jogo, ligeiramente superior aos 2,25 do Brasil. Os noruegueses também precisam de menos finalizações para balançar as redes: são 5,38 chutes por gol, contra 6,6 da Seleção Brasileira.

Em compensação, o Brasil domina mais as partidas por meio da posse de bola e da circulação de passes. A equipe de Carlo Ancelotti registra média de 51,75% de posse, contra 46,75% da Noruega. Também soma 2.395 passes na competição, com aproveitamento de 90,4%, enquanto os noruegueses contabilizam 1.759 passes e precisão de 86,31%.

Outro indicador favorável ao Brasil é o número de ações ofensivas. A Seleção contabiliza 687 penetrações ofensivas, contra 616 da Noruega, além de apresentar melhor aproveitamento nessas jogadas: 70,9%, contra 65,97%. O Brasil também realiza mais cruzamentos por partida (18,3 contra 13), embora a Noruega apresente maior eficiência nesse fundamento, com aproveitamento de 36,5%, ante 28,8% dos brasileiros.

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