A Copa do Mundo de 2026 se aproxima, e além da expectativa dentro de campo, um dado curioso chama atenção fora das quatro linhas: a forte presença de técnicos argentinos no torneio. O Mundial, que contará com 48 seleções, terá início nesta quinta-feira (11), com o jogo de abertura entre México e África do Sul.
Atual campeã do mundo, a Argentina chega para a competição buscando não apenas defender o título conquistado em 2022, mas também consolidar sua influência no futebol global. E esse protagonismo vai além dos jogadores, se estendendo também aos profissionais à beira do gramado.
Ao todo, serão seis técnicos argentinos comandando seleções na Copa do Mundo de 2026. O número coloca o país como o maior exportador de treinadores para o torneio, evidenciando a força da escola argentina na formação de comandantes.
Confira os nomes
Entre os nomes, destaca-se Lionel Scaloni, que segue à frente da própria seleção argentina após o título mundial. Além dele, outros profissionais também terão papéis importantes na competição, espalhados por diferentes seleções.
O Paraguai será comandado por Gustavo Alfaro, enquanto o Equador terá Sebastián Beccacece como treinador. Já o Uruguai contará com a experiência de Marcelo Bielsa, um dos nomes mais respeitados do futebol mundial.
Scaloni pela Argentina. (Photo by Marcos Brindicci/Getty Images)
Outros argentinos também marcam presença: Néstor Lorenzo lidera a Colômbia, enquanto Mauricio Pochettino estará à frente dos Estados Unidos, uma das seleções anfitriãs do torneio. A diversidade de equipes reforça o prestígio dos técnicos do país.
França e Espanha também se destacam no quesito
De acordo com levantamento do 365Scores, a França aparece na segunda colocação no ranking de técnicos na Copa, seguida pela Espanha, com quatro representantes. Alemanha e Itália completam a lista com três cada.
