A Copa do Mundo de 2026 tem tudo para ser uma das mais equilibradas de todos os tempos. Com 48 seleções pela primeira vez na história, a atual campeã do mundo chega como líder do ranking da FIFA: a Argentina.
Na disputa da liderança com a França, os atuais campeões do mundo foram beneficiados pela derrota dos franceses de ontem (4). Diante da Costa do Marfim, a França perdeu um amistoso por 2 a 1 e saiu do topo. Dito isso, algo que chama atenção na Seleção Argentina é a manutenção da base.
Apesar de algumas estrelas campeãs em 2022 terem ficado de fora, como Ángel Di Maria e Paulo Dybala, são 17 jogadores que estiveram no Catar, o maior número de um atual campeão entre uma Copa do Mundo e outra.
Argentina chega com maior número de remanescentes de 2022
Até a divulgação da lista final de Lionel Scaloni, quem detinha o recorde de mais jogadores do grupo vencedor da última edição era a Espanha de 2014, com 16 nomes que foram campeões em 2010, na África do Sul.
Vale lembrar que o número de convocados até 2022 era menor, o que aumenta a proporção de campeões, mas a Argentina ultrapassou em números brutos. Na sequência da lista, o Brasil de 1962 (14 atletas de 1958) completa o top-3.
Messi com o troféu de campeão no Catar. Foto: Marcelo Endelli/Getty Images
É legal frisar que, justamente pela alta média de idade do grupo, a Argentina chega ao Mundial com alguns nomes sendo dúvidas. Além de Messi, que tem fadiga muscular, nomes como Gonzalo Montiel, Nahuel Molina e Leandro Paredes seguem buscando se recuperar e não vão disputar o amistoso de sábado (6), contra Honduras.

Scaloni aposta em mescla de experiência e juventude
Por fim, esmiuçando a lista do treinador, vale frisar que a idade média dos atletas presentes na lista é de 28,6 anos. São oito atletas com mais de 30 anos e apenas três abaixo dos 25, são eles: Giuliano Simeone (23), Valentin Barco (21) e Nico Paz (21).
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